Por Que a Falta de Flexibilidade Metabólica É Ruim?

A flexibilidade metabólica, é definida como a capacidade de ajustar a oxidação: queima de gordura e glicose; às mudanças na disponibilidade de nutrientes e substratos energéticos. E isso é imprescindível para uma boa saúde metabólica e consequentemente bom andamento da queima de gordura e ganho de massa muscular.

No músculo esquelético (maior queimador de gordura que existe), uma boa flexibilidade está relacionada à maior sensibilidade à insulina, uma adiposidade corporal e inflamação reduzida e a maior capacidade cardiovascular e densidade mitocondrial (Olha a importância do treinamento aeróbico aí! Lembremos que somos seres aeróbios e não bactérias).

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Continuando, portanto, quando esses aspectos estão “bloqueados” dizemos que o individuo pode estar apresentando uma inflexibilidade metabólica. Embora esse quadro possa apresentar um componente genético o maior influenciador para a inflexibilidade metabólica está nos aspectos comportamentais e ambientais. É por isso que no âmbito dietético, estratégias que envolvam um remodelamento mais incisivo da atividade hormonal (insulina, catecolamina, glucagon, cortisol, tireoidiana, leptina, grelina, etc) podem ser de grande importância. Isso quer dizer que o objetivo inicial de dietas LowCarb High Fat ou cetogênicas, é a restauração desse gradiente hormonal, principalmente a sensibilidade a insulina, que num ambiente de inflexibilidade metabólica tende a estar muito elevada. Paralelamente, a prática de musculação é potencializador da massa muscular que queimará gordura (quanto mais melhor!) e o treino aeróbico será um otimizador da quantidade de mitocôndrias celulares que pegam o oxigênio e queimam a gordura dentro do músculo.

Além disso, levam ao aumento de enzimas e proteínas que transportam e metabolizam a gordura e glicose do sangue. Ou seja, tanto dieta quanto exercícios têm um propósito primário, a melhora do metabolismo e os desdobramentos dele. É importante entender o problema para selecionar as ferramentas apropriadas para resolvê-lo. E o nutricionista e o professor de educação física estão aí pra isso!

Referência:

Boyle KE et al. Metabolic Inflexibility with Obesity and the Effects of Fenofibrate on Skeletal Muscle Fatty Acid Oxidation. Horm Metab Res. 2017 Jan;49(1):50-57.

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