O Que é Preciso Para Evitar O Reganho de Peso?

O ganho de peso/obesidade é gerado em sua essência pelo comprometimento inflamatório, hormonal e metabólico. Estes são desencadeados pela modulação epigenética do comando celular. Embora saibamos que a prática de exercício, alimentação e aspectos psicológicos façam parte do estilo de vida saudável, os principais indutores crônicos desse processo são os aspectos ambientais e comportamentais. Isso em sua essência proporcionará o desencadeamento dos estímulos modulatórios diários do metabolismo. Resultando na perda de peso.

A partir daí fica fácil entender como essa constante retroalimentação fisiológica pode promover a manutenção ou o chamado reganho de peso: adquirir novamente o peso perdido. Tendo em vista esse reganho de peso, quais seriam os principais fatores responsáveis por essa condição?

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Então, um levantamento publicado no International Journal of obesity demonstrou que, um dos principais seria a condição de que quanto mais perdemos peso, mais nosso corpo entende que precisamos ganhá-lo novamente. Isso acontece, porque quanto mais tempo ficamos em pesos aumentados mais nosso corpo entende que aquele é o peso em que ele precisa mantê-lo. Isso decorre através da atividade neurohumoral, principalmente ligada ao eixo hipotalâmico que coordena o balanço, gasto e consumo energético. Como? Através do controle do comportamento alimentar e atividade sinalizatória entre estados de fome, apetite e saciedade.

A prática de exercício físico seja ele alerta colorida, amarelinha, gato mia, aeróbio HIIT, aeróbio contínuo ou musculação aumenta a eficiência desse balanço de sinais entre cérebro e restante do corpo, melhorando os sinais comunicativos. Que por sua vez leva a melhora do comportamento alimentar e consequentemente os pensamentos e a busca por comida, assim como o desejo por guloseimas.

Lembre-se que fome é diferente de vontade de comer. Bons treinos!

 Referência:

Greenway FL. Physiological adaptations to weight loss and factors favouring weight regain. International Journal of Obesity (2015) 39, 1188–1196

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