O Emagrecimento Depende do Prazer Alimentar?

Para emagrecer é preciso melhorar o metabolismo. O emagrecimento depende disso. Para melhorar o metabolismo é preciso identificar quais rotas metabólicas estão prejudicadas. A partir dessa identificação é preciso avaliar quais serão as melhores estratégias para desencadear isso. Nenhuma pessoa responde da mesma maneira que outra. É por isso, que mesmo melhorando o comportamento alimentar, psicológico e a prática de exercícios é necessário cautela. Isso porque é preciso identificar qual é o perfil da pessoa que pretende emagrecer.

Mudar um estilo de vida é a coisa mais difícil a se fazer. Por mais que saibamos que as calorias não são importantes para o emagrecimento; Ou balanço hormonal, inflamatório, estresse oxidativo e atividade imune são os principais mediadores do ganho/perda de peso. Nenhum estratégia de emagrecimento, seja ela: alimentação, prática de exercícios físicos ou intervenção psicológica cognitivo-comportamental será eficaz se não for contextualizada a realidade da pessoa.

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Mas voltando, como retirar o pastel frito com caldo de cana de uma pessoa que lembra dos avós ao fazer essa refeição? Ou o sorvete com biscoito daqueles que curtiam o filme com os amigos nas sessões de fim de semana? Ou o salgadinho com o refrigerante das reuniões e confraternizações do trabalho ou familiares? Caso não haja um olhar global e contextual, a mudança do estilo de vida não acontecerá.

Esse é um exemplo do porquê estratégias restritivas, incisivas ou de opressão moral (“no pain no gain”; “fecha a boca e emagrece”) tendem ao fracasso. A alimentação além de gerar prazer está associada a cultura da pessoa. A sentimentos. A emoções. A alegrias.

Falamos da importância e preocupação com esses fatores alimentares em nosso workshop sobre emagrecimento inteligente. Clique na imagem abaixo e entenda o que é necessário para ajustarmos adequadamente a alimentação às representações sociais e culturais daqueles que querem emagrecer.

Referência:

CASSEL, John. Social and cultural implications of food and food habits. American Journal of Public Health and the Nations Health, v. 47, n. 6, p. 732-740, 1957.

 

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